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sexta-feira, setembro 16, 2016

O adeus de Montagner

No fim da tarde, a notícia "Domingos Montagner, de Velho Chico, desaparece após mergulho" deu aquele frio na espinha. Como assim? A minha primeira reação foi: "É verdade isso?". Sim, é verdade. A morte do ator foi confirmada pouco tempo depois. Putz! Por ora, apenas um PUTZ! Acho que o Brasil ficou sem palavras. Velho Chico vai ficar marcada como a última novela de um talento nato, conhecido do grande público há pouco tempo: seis anos! Só seis anos. PUTZ! Isso, realmente, chocou. Termino o post com uma frase de Glória Pires (a melhor frase de todas):
"Senhor onipotente, que a tua misericórdia se estenda sobre o nosso irmão que acaba de deixar a Terra! Que a tua luz brilhe para ele! Tire-o das trevas; abra-lhe os olhos e os ouvidos! Que os bons Espíritos o cerquem e lhes façam ouvir palavras de paz e de esperança!".
Na novela, ele ficou um tempo desaparecido. E a Camila Pitanga ficou procurando por ele no rio. 
Força à família.

segunda-feira, setembro 12, 2016

Thammy Miranda está a cara de Stepan Nercessian

Assistindo a novela Mulheres de Areia no Viva esses dias me deparei com (o) Thammy [Gretchen] Miranda na pele do delegado Rodrigo. Ops! 1993, Thammy era ainda uma menina. É o ator Stepan Nercessian. Thammy está a cara de Stepan. Confiram:



domingo, setembro 11, 2016

Crítica: Sol Nascente

A novela Sol Nascente e o filme O melhor amigo da noiva: mera coincidência?

Sol Nascente tem tudo para ser uma novela linda: belas paisagens, atores bonitos, história principal contagiante (muito parecida com o enredo do filme O melhor amigo da Noiva [título em português]), mas peca pelo marasmo. Pouca coisa acontece.
Antes da estreia, a amizade/romance de Alice e Mário havia me contagiado. Giovanna Antonelli e Bruno Gagliasso convencem como par romântico. Com a novela no ar, ainda assim torço por eles. No entanto, essa história está empacada. Corre contra o tempo Walther Negrão, corre!
Também, antes da estreia, estava ansioso para ver Laura Cardoso. Sou verdadeiramente apaixonado por essa atriz. D. Sinhá parece ter sido feita sob medida para a atriz. Está espetacular, como não poderia deixar de ser.
Letícia Spiller estou gostando mais que a protagonista.
Marcelo Faria passou da hora de ganhar um protagonista.
Talvez com ele no cinema na pele de Vadinho (D. Flor), a Globo invista nesse ator. Prefiro ele do que o A. Nero.
Rafael Cardoso é um bom ator e o vilão César é um dos pontos altos da novela.
Aracy Balabanian é outra que só merece elogios. Francisco Cuoco também, apesar de estar um tanto chatinho.
Enfim, o elenco é bom, a história é que tem que ganhar agilidade. Corre Walther Negrão, corre!
Direção perfeita (L. Nogueira), fotografia melhor ainda, enredo médio.
Sol Nascente tem média de 22 pontos, bem longe do que Eta Mundo Bom vinha alcançando (Eta! terminou com média de 27 pontos).

quarta-feira, agosto 31, 2016

Crítica: minissérie Justiça, Globo, 2016

(rede Globo - Facebook)
Justiça seja feita, a minissérie da Globo é muito boa, a autora Manuela Dias, de Ligações Perigosas, conseguiu cruzar todas as histórias num enredo forte, sagaz e verdadeiro. Verdadeira, esse é o adjetivo principal de Justiça. Todas as histórias são reais, tudo ali acontece no dia a dia, atualmente, ainda mais, infelizmente. Bravo Débora Bloch, Cássio Gabus Mendes, Jesuíta Barbosa, Marina Ruy Barbosa, Leandra Leal, Vladimir Brichta, Enrique Diaz, Luísa Arraes, Jéssica Ellen, Cauã Reymond, Antônio Calloni, Marjorie Estiano, Camila Márdila, Ângelo Antônio, Júlia Dalávia, Igor Angelkorte, Drica Moraes, Tobias Carrieres, entre outros. Destaque para a direção, capitaneada por J. Luiz Villamarin.
Justiça seja feita parte 2: a história de Fátima é a que mais comove. Adriana Esteves volta ao ar em grande estilo, aquém de seu último personagem, que eu gostei, mas que não impulsionou a audiência (Inês de Babilônia). Adriana, na verdade, está dominando a minissérie da Globo. Não existe um cristão que não sinta a dor de Fátima, que chore junto com a personagem. No segundo episódio, chorei quando Jesus, o filho mais novo, a reencontra. Linda cena. Com Fátima e Mayara (ou Susi), a filha mais velha, não foi diferente. As palavras de Fátima, mais tarde com o filho, quando disse que ele terá futuro é outro ponto relevante. Por mais bobo que possa parecer, novamente levei um soco no estômago. Injustiça! Uma família do bem destruída pelas traquinagens de outrem. 
Justiça parte 3: Adriana Esteves é unânime a melhor atriz de uma minissérie em que muitos brilham (ou todos!). 
As histórias de Maurício, Rose e Vicente (a de Rose ainda é a mais fraca, pois mesmo o lance do preconceito de cor, ela estava com drogas, era usuária, e também pelo motivo que saiu do enredo de Rose e pulou para o de Débora, que fora estrupada. Gostaria de vê-la subindo os degraus para o sucesso) são todas minuciosas. E como um livro bom, fico ansioso para os acontecimentos. No entanto, nenhuma história foi tão redondinha quanto à de Fátima. Insisto: Justiça sendo feita!

terça-feira, agosto 30, 2016

Mulheres de Areia & Laços de Família, últimas semanas

- Eu não sou a Raquel (vociferou Ruth no julgamento pela morte de Wanderlei, numa cena antológica de Mulheres de Areia, versão 1993). A cena foi ao ar mais uma vez no sábado, 26 de agosto. E igualmente arrepiou. Ruth de Raquel não mais. Mulheres de Areia entra na reta final no Canal Viva.
Uma semana antes, Camila raspava a cabeça, também numa cena inesquecível. Laços de Família com o drama de um câncer também entra nos derradeiros capítulos. Falta muito pouco.
Glória Pires perfeita no papel das gêmeas mais conhecidas do mundo, ao lado do melhor par romântico da atriz em novelas. Fica impossível não torcer pelo Marcos (Guilherme Fontes) e pela Ruth. Marcos Frota eternizado como Tonho da Lua. Raul Cortez no seu melhor papel (ou seria o Geremias Berfinazzi?). Virgílio Assunção era/é um personagem riquíssimo. Susana Vieira tão amável. Laura Cardoso sendo Laura Cardoso. O casal vinte Alaor e Malu (H. Martins e V. Pasmanter). 
No principal horário de novelas, Carolina Dieckmann viveu a chata da Camila. Carolina, Chatolina, não importa, Dieckmann emocionou. Fez chorar. Luigi Bariccelli? Como chora fácil esse ator! Chorei junto. Não aceito a escravidão da Zilda (T. de Freitas)! Deborah Secco, José Mayer, Tony Ramos, Giovanna Antonelli, grandes interpretações. A participação especial de Lília Cabral, um charme. 
Mulheres de Areia, últimas semanas.
Laços de Família, últimas semanas.
Vera Fischer não gosto tanto assim, mas a sua Helena foi legal.
Da Marieta a impressão é que todas as suas personagens más são sempre as mesmas, com nomes distintos, lógico.
Reynaldo Gianecchini não era tão ruim quando começou. Maldade na época.
Mulheres de Areia ainda contava com Nicette Bruno, Paulo Goulart, Andréa Beltrão, Eloíza Mafalda, Carlos Zara.
Mulheres! Laços! Valeu (está valendo) muito a pena ver essas novelas de novo. 

E veria de novo. E de novo! E de novo! Não duvidem disso!

segunda-feira, agosto 29, 2016

BOMBA! Fátima & William não são mais Fátima & William

O casal vinte do JN, do boa noite, dos sorrisos, do 'existe sim o amor verdadeiro', a Fátima, o William, a Bernardes, o Bonner. Bomba! Bomba! Fátima & William não são mais Fátima & William. Triste! Desapontado! Que sejam felizes! Com a conta bancária deles, com certeza serão. Após 26 anos, buá buá, acabou o amor. Sorte que a Fátima não está mais na bancada do jornal. Que coisa! Será que eles não andavam bem desde aquela época? Por isso Fátima virou Oprah?
Enfim! Fátima não está mais com o William e vice-versa. Continuam amigos e admiradores do trabalho um do outro e pais orgulhosos de três filhos incríveis.