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sábado, junho 15, 2019

Band vem aí com novela portuguesa que tem atores que eram da Globo (ou ainda são)


Exclusivo: a TV Bandeirantes ou apenas BAND, anunciou em sua programação a estreia de sua nova novela, ainda sem data para estrear, provavelmente em julho, Ouro Verde, com Diogo Morgado no papel principal. A novela, de 2017, é portuguesa e tem atores ou que foram ou que são contratados pela Globo. Participam da trama Zezé Motta, Sílvia Pfeifer (atualmente em Topíssima, na Record), Gracindo Júnior, Bruno Cabrerizo (atualmente em Órfãos da Terra), Cassiano Carneiro e Pedro Carvalho (atualmente em A Dona do Pedaço). A seguir, assista ao trailer da novela. Parece ser boa. 

Obs.: a BAND tem em seus arquivos uma novela bem 'legalzinha', produzida em 1996, trata-se de Perdidos de Amor, com Christine Fernandes, Paula Burlamaqui, Lucinha Lins, Cláudio Lins, Lugui Palhares, Thiago Fragoso, entre outros. O motivo de essa trama nunca ter sido reprisada é uma incógnita.


domingo, junho 09, 2019

As novas novelas do canal VIVA: O Clone, Chocolate com Pimenta e Selva de Pedra


O Viva, canal da Globosat, já anunciou suas próximas produções a serem reprisadas, vem aí O Clone, com Jade, Lucas, Léo, Mel, Xande, Maysa, D. Jura etc., no lugar de O Cravo e a Rosa, Chocolate com Pimenta, com a hegemonia Walcyr Carrasco não só na Globo, mas também (agora) no Viva, no lugar de Porto dos Milagres e, por fim, Selva de Pedra, o remake com Tony Ramos e Fernanda Torres, no lugar de Terra Nostra. 
O Clone é um clássico, teve médias acima de 60 pontos nos capítulos derradeiros, com certeza será sucesso. Chocolate com Pimenta é outra que vai dar o que falar, a novela é muito boa, apesar de estar cansado das comédias pastelões de Walcyr. Selva de Pedra volta com ares de inédita para muitos. Por isso, dentre todos esses sucessos, a melhor escolha.
Tem muitas novelas dos anos 1980 e 1990 que poderiam ter repeteco e que dariam um misto de nostalgia e ineditismo. O Clone e Chocolate com Pimenta, com todos os louros que têm, ainda estão fresquinhas.

sábado, junho 08, 2019

Por que a Record deveria dar um tempo nas novelas bíblicas?


O que se vê em todos os sites que abrangem o assunto televisão é de que a Record deveria dar um tempo nas novelas bíblicas. A audiência superior de Topíssima em cima de Jezabel justifica (geralmente com 1, no máximo 2 pontos a mais) as opiniões de diversos críticos de TV: - O público se cansou dessa temática! - dizem todos eles. Discordo!
Sim, Topíssima é uma novela redonda, sim, o casal protagonista dá um banho de empatia e talento (lê-se Camila Rodrigues e Felipe Cunha), sim, uma das melhores personagens da atualidade está nessa novela: Marinalva com uma Silvia Pfeifer nunca vista antes e, sim, a Record não pode abandonar esse estilo contemporâneo. Todavia, excluir as novelas bíblicas é desrespeitar o ainda bom público que abraça esse estilo. 
Todas as tramas bíblicas que vieram após Os 10 mandamentos não fizeram igual sucesso. Nas novelas das nove da Globo depois de O Outro Lado do Paraíso, só agora, com A Dona do Pedaçopoderá ser que a emissora volte a ter números bons. Segundo Sol O Sétimo Guardião deixaram a desejar.
Credito a audiência menor de Jezabel ao JN. São muitos acontecimentos terríveis neste 2019. O JN vem dando audiências que há anos não dava. A qualidade de Jezabel é superior à 10 mandamentos. A Record conseguiu um padrão alto de qualidade nesse quesito. Digna das produções da Globo.
Talvez um novo horário, mas extirpar as novelas bíblicas é a mesma coisa que arrancar da Record a sua identidade.
A Record em tempos atrás colocava as suas novelas por volta das 22 horas. As novelas bíblicas no horário das 19h30 e as novelas contemporâneas às 22h45 seriam uma boa opção para o canal. Nesse intervalo o Jornal da Record e os realities e filmes.
É algo a se pensar.

sábado, maio 25, 2019

A primeira semana de A Dona do Pedaço


O Sétimo Guardião nem mereceu um post com uma crítica aos capítulos finais porque o mau humor tomaria conta no blog. O que foi a revelação de Judite como a serial killer? Quem se convenceu com tudo aquilo? O que foi a falta de emoção no capítulo derradeiro? Nem uma lágrima, nem um sorriso, simplesmente nada, da mesma forma, simplesmente não ganhou um post só seu. Na última segunda estreou sua substituta, A Dona do Pedaço, de Walcyr Carrasco, em uma espécie de bang bang, um novelão faroeste que lembrou a briga dos Mezenga e dos Berdinazi, mas com muitos tiros, muitas mortes, com uma Fernanda Montenegro incrível, o capítulo de sexta foi todo dela. Belíssima participação especial.
Primeiro, o que eu não gostei. Por que não escalaram atores mais novos para os papéis de Juliana Paes, Marcos Palmeira e Reynaldo Gianecchini para a 1ª fase? Pelo menos os três.
Como assim Betty Faria mãe de Marco Nanini? Ela tem 78 e ele 70. Não convenceu. Por que não vingou a Laura Cardoso? Betty está muito bem, como sempre, mas Laura poderia e faria igualmente bem a personagem que é mãe do Nanini.
Agora, o que eu gostei. Gostei do carisma de Juliana Paes. Gostei do talento da Juliana. Gostei do carisma do Marcos Palmeira. Gostei do talento do Marcos. Ambos merecem ser os protagonistas.
Fernanda Montenegro, novamente, sim, ela merece todos os elogios, da vovó ensinando a fazer bolo na primeira cena e na vovó que mata sem dó nem piedade algumas cenas depois. Fernanda foi genial em todas elas.
A trilha sonora é perfeita: Dolly Parton, Chitãozinho e Xororó, entre outros.
Nathália Timberg chegou e já tem jeito de vilã-mor. Deve fazer parceria com Ághata Moreira no quesito maldade.
Bom rever Ary Fontoura, Tonico Pereira, Marco Nanini, Rosi Campos, Betty Faria (mesmo não parecendo ser mãe do Nanini), Natália do Vale, Deborah Evelyn, Suely Franco, Álamo Facó, Nívea Maria, Rosamaria Murtinho, Genésio de Barros, Gianecchini, Fernando Eiras, Luiz Carlos Vasconcellos e Jussara Freire (de volta à Globo).
Os primeiros cinco capítulos tiveram médias superiores a 30 pontos. 
Walcyr deve fazer o mesmo sucesso que O Outro Lado do Paraíso no horário. A direção de Amora Mautner é outro ponto alto.

Nota semana 1: 9,0 ⭐⭐⭐⭐


quinta-feira, maio 16, 2019

Exclusivo: assista ao clipe de lançamento de A Dona do Pedaço, com Juliana Paes no papel principal

Confira o clipe de lançamento da próxima novela das nove, A Dona do Pedaço, que estreia dia 20 (próxima segunda):

segunda-feira, abril 29, 2019

Em primeira mão: reestreia de Por Amor marca 20 pontos de picos de audiência


Por Amor reestreou no Vale a Pena Ver de Novo com 19 pontos de audiência e picos de 20. É a melhor audiência de estreia em 10 anos. A trama deve ir ao ar até o final de setembro e se, realmente, alguém da programação da Globo leu os posts do Mr. TV sobre quais novelas deveriam ser reprisadas na sessão (quem dera!, também não é impossível!), teremos uma overdose de Manoel Carlos: História de Amor, Laços de Família, Mulheres Apaixonadas e Páginas da Vida. Entre uma e outra, poderiam reprisar A Vida da Gente e Sete Vidas, de Lícia Manzo, ambas com o estilo Manoel Carlos de contar uma história. Repito: audiência na certa!

sábado, abril 27, 2019

A BAND deveria contratar OTAVIANO COSTA

Otaviano Costa, o Ota, já apresentou um programa na Band, nos anos 1999 e 2000, era o O+, em substituição ao programa H, de Luciano Huck, que rumou para a Globo. Após isso, Ota virou ator, apresentou o Vídeo Show por anos, divertiu na bancada do Amor & Sexo, principalmente quando o intuito do programa era falar de sexo sem 'mimimi', teve um programa só seu este ano, o Tá Brincando!, que, apesar de líder, não agradou à Globo, quiseram diminuir seu salário, talvez a carreira como apresentador, que é o que gosta de fazer o Otaviano, fosse às cucuias, então, Ota saiu da maior emissora do país. 
A Band deveria contratar o Ota. Um show de calouros + stand up + notícias de famosos + entrevistas + música + vídeos engraçados: um Programa do Ota ao vivo, com as boas tiradas de Otaviano, sem cortes. 

Imaginem o domingo da Band:

8:00 Band Kids, apresentação Rafa Gomes, músicas infantis, Galinha Pintadinha, desenhos como Mundo Bita, Pocoyo, Peppa Pig, Mônica Toy, Turma da Mônica, Peixonauta, Charlie e Lola, Coragem, o cão covarde, Doug e Família Dinossauro.
12:00 Vídeos Incríveis.
12:30 Documentários BBC.
13:30 Só Risos parte 1.
14:00 Cine Band Premium.
15:50 Band Esporte Clube ao vivo, apresentação Denílson (SHOW). Debate bola. Toda vez que pintar gol no Brasileirão, uma bolinha pinta no vídeo. Em tempo real, Denílson e mais três convidados discutem a rodada de sábado e a que está rolando no horário.
17:50 3º Tempo, com Milton Neves.
20:15 Programa do Ota ao vivo: um show de calouros em uma mistura de audições de Ídolos e Se Vira nos 30 + stand up + notícias de famosos + entrevistas + música no quadro Discoteca Brasileira + vídeos engraçados com boas tiradas do apresentador.
23:15 Só Risos parte 2.
23:45 Canal Livre.

Que tal?



sábado, abril 20, 2019

This is Us, a série que curou a orfandade de Friends do jornalista Chico Garcia (e a minha)


Sigo o jornalista Chico Garcia no Instagram, ele faz parte da trupe do Jogo Aberto, comandado pela ótima Renata Fan (o programa é uma das maiores audiências da Band). Amo futebol e Chico tem boas opiniões. Então, entre suas falas de futebol, publicou que encontrou uma série que conseguiu suprir a saudade que sentia de Friends (quem não ama essa série?). Era This is Us. Ele, que deveria ter todo o estereótipo de gaúcho, o macho-alfa, é sensível, e não menos macho por isso. Chico chora com This is Us. Dei risada.
Vamos assistir, pensei. Havia assistido à ótima Gilmore Girls e então me deparei com o Jess Mariano (em This is Us Milo Ventimiglia é Jack). Jack Pearson é o pai herói. Impossível não querer ser igual ao Jack Pearson. Ou ter um pai como ele. Ou ser um marido como ele. Ele é quase perfeito. Impossível também não se apaixonar por toda a família Pearson. A história se passa em dois tempos (passado e presente), que se interligam e você vai entendendo todo o enredo. 
Então vem Mandy Moore (de Um Amor para Recordar) como Rebecca Pearson. Linda personagem, linda atriz. Rebecca e Jack se casam e têm três filhos: Kate, Kevin e Randall. A história conta desde o nascimento dos três até os dias de hoje. Assisti, por enquanto, as duas temporadas, ela já está na terceira. Se chorei?
Chico Garcia, se ler este post (quem dera), com certeza, estará dando risadas da minha cara. Quantos ciscos nos olhos tive que tirar. Não há nenhum episódio que você fica ileso de derramar algumas lágrimas. Os personagens são bem-construídos. A temporada 1 é do Randall (Sterling K. Brown), mas tem o Randall criança, o Kevin criança, a Kate criança. Você quer agarrar todos eles. Quer ter filhos como eles. Kevin cresce (Justin Hartley) e, por ora, você sente raiva dele, mas ele é humano, você o entende, você o perdoa. A Kate cresce (Chrissy Metz) e, por ora, você também sente raiva dela, mas você também irá entender sua dor. Randall é adorável desde criança e não muda. A temporada 2 é do Jack e da Rebecca (dele principalmente). Então você chora mais e mais. Tem o trio na fase adolescente. Até nessa fase Randall é incrível.
Há ainda o Toby (Chris Sullivan), o William (Ron Cephas Jones), entre outros.
Vida longa a This is Us: que façamos boas limonadas com os limões azedos do decorrer de nossas vidas. 

Ao Chico, meu obrigado.




Para quem não conhece: este é o Chico Garcia:



Outros posts com séries:

You.




Prison Break, todas as temporadas


Fox River State Penitentiary Joliet, Illinois: a primeira temporada foi ar pela Globo em 2009, aos sábados à tarde. Prison Break marcou. A temporada 1 é espetacular. Lembra muito o filme Sonho de Liberdade, com Tim Robbins e Morgan Freeman. A Globo só passou as duas primeiras temporadas.
Todo mundo queria ser Michael Scofield, uma espécie de MacGyver, no decorrer das temporadas (principalmente a quarta), Michael era a reencarnação de MacGyver. Wentworth Miller como Michael era inteligente, misterioso, bonito, galã e dono de um olhar desconfiado (o ator foi muito bem no papel). O outro protagonista era Dominic Purcell, o Lincoln Burrows, com um quê de Sylvester Stallone. A atuação de Dominic foi muito criticada, mas não compromete em nada o enredo. O grande papel de Prison Break foi dado a Robert Knepper, o Theodore "T-Bag" Bagwell. Prison Break sem o ator perderia 50% do seu charme. Interpretação ímpar. T-Bag era o grande vilão de Prison Break, e era cômico, era nojento, era asqueroso, e mesmo sendo horrível em muitas coisas, ele tinha coração. Típico personagem que todo ator gostaria de fazer. Você ainda se apaixona por Sarah Wayne Callies, a Dra. Sara Tancredi e torce por ela e o Scofield. Se comove com Amaury Nolasco, o Fernando Sucre e Rockmonde Dumbar, o Franklin. O melhor ator coadjuvante da série é o Wade Williams, o Capitão Brad Bellic. Com ele você sentirá raiva, pena e dará risadas em algumas situações. 
Após uma primeira temporada incrível, Prison Break parte 2 consegue ser ainda melhor. Além de todos os bons personagens, entrava em cena William Fichtner, o agente Mahone. Se prepare para torcer contra a polícia nesta temporada. Acredito que Prison Break foi criada para ter somente duas temporadas, se ela tivesse terminado ali seria com certeza a melhor série de todos os tempos. 
Como cancelar uma série em seu auge? 
Prison Break parte 3 estreou. É a temporada mais pesada e a mais curta. Mesmo com uma história parecida com a temporada 1, o ambiente era outro, a cadeia era pior, e mesmo sem um personagem central, a parte 3 não fez feio. Dominic nessa temporada estava ainda mais parecido com o Stallone.
Veio a parte 4, o que aparentemente seria a última. O início da quarta, para mim, foi um problema. Prison Break parecia estar sendo escrita por Gilberto Braga. O autor brasileiro tem uma mania de contar suas histórias correndo, tudo se resolvia muito fácil, e tudo dava muito certo. Prison Break tinha ares de MacGyver. Após o sétimo episódio, a série voltou a ser o que era: e comecei a ficar triste em saber que Prison estava caminhando para seu fim. O até então "The End" foi surpreendente. Há um filme extra contando o passo a passo desse eletrizante final. Bárbaro.
Se você tem problemas cardíacos não assista Prison Break, a série é excelente para quem gosta de suspense e surpresas.
Tamanho seu sucesso, os protagonistas Wentworth e Dominic resolveram fazer um revival. Como fariam isso? Fizeram e convenceram. O revival traz quase todo o elenco de volta e todas as surpresas possíveis. É sim uma das séries da minha vida, daquelas para nunca mais se esquecer. 






Série You, da Netflix, parece uma comédia romântica cheia de clichês, só parece!

Quando iniciei o episódio Um de You (Você), veio aquela sensação de 'eu já assisti algo parecido' e You é muito clichê, era uma comédia romântica, pensei. Mal o episódio terminou e já estava boquiaberto com os rumos que a trama tomou: a falta de privacidade que todos temos perante todas as redes sociais, a compulsão por querer se mostrar nas mesmas redes etc. E em meio a isso e a todos os clichês apresentados, a certeza: depois de assistir ao primeiro capítulo, simplesmente não consegui mais parar. Maratonei You em dois dias.
A história centra-se na proteção exagerada que Joe transfere para Beck. É um amor louco. Beck é desligada, (um pouco) promíscua, mas gente boa. Ela usa a beleza (ela é linda) para tentar chegar no topo (ela é aspirante à escritora - e tem talento). Falta a Beck um caminhão de amor próprio e ela é mestre em se colocar em situações potencialmente desastrosas. Por conta disso, Joe intervém no seu destino - ele tem certeza que Beck precisa que alguém fique no controle de sua vida. Para você ter uma ideia de como Beck é desligada (ela não tem cortinas em sua casa - Joe disse uma vez: "É como se ela nunca tivesse assistido a filmes de terror... ou às notícias).
As interações de Joe com o menino Paco merecem destaque: Joe tem uma química extraordinária com a Beck e as cenas com o Paco são todas lindas. Em alguns momentos, me convencia que Joe tinha um bom coração (parando! nada de spoilers, por favor!). Como Joe disse uma vez: "Eu não tenho razão o tempo todo. Eu sou humano. Eu erro".
Os atores Elizabeth Lail (Beck), Penn Badgley (Joe) e Luca Padovan (Paco) são extraordinários.
A série está na Netflix.




Santa Clarita Diet, a série de Drew Barrymore


Santa Clarita Diet é a série da Drew Barrymore e está em cartaz na Netflix. Num primeiro momento causa um certo, mas mínimo choque. É um estilo inovador, inteligente, sagaz. Para os aficionados ao universo "zumbi", é bem legal! Vi as três temporadas e, ao contrário de muitas, a terceira temporada é melhor que a segunda, que é melhor que a primeira, que já era bem divertida.
Santa Clarita Diet não pode ser comparada a clássicos como Friends, Seinfeld, How I Met Your Mother/Como Eu Conheci Sua MãeOs episódios de Santa Clarita Diet são bem curtos, com pouco menos de meia hora de duração, e podem servir como opção para uma tarde de tédio, quando tudo que você quer é algo engraçadinho, mas sem muita profundidade. Esta é uma série mediana para assistir sem muito compromisso, que usa a linguagem de sitcom (comédias de situação) para falar sobre uma família de classe média na qual um dos membros não está vivo, nem exatamente morto.
Do elenco, destacam-se:
Drew B. como Sheila. Drew tem o 'time' correto da comédia. Está divertidíssima. 
Timothy Olyphant como Joel. Ele, por si só, sem precisar esboçar uma palavra, é engraçado. A química com Drew é outro ponto alto.
Liv Hewson e Skyler Gisondo são Abbey e Eric, respectivamente, os outros dois protagonistas e igualmente engraçados. Skyler, aliás, tem o rosto engraçado, o sorriso engraçado, o andar engraçado. 
É uma série para ser bizarra. 



sexta-feira, abril 19, 2019

Outlander, a série


Receoso, procurei acompanhar a série Outlander mais para agradar a minha mulher do que por qualquer outro motivo, e com uma ressalva, se não gostasse dos dois primeiros episódios, não assistiria mais. Resultado: assisti a todas as quatro temporadas e estou esperando pela quinta no fim do ano.
A trama acompanha Claire (Caitriona Balfe), uma enfermeira da Segunda Guerra Mundial que tenta se reaproximar de seu marido Frank (Tobias Menzies) após o término do conflito. Durante um passeio, Claire descobre por engano um portal e acaba transportada para a Escócia no ano de 1743, completamente longe de sua realidade. Lá ela conhece Jack Randall (também Tobias Menzies), o perigoso antepassado de seu marido, e Jamie Fraser (Sam Heughan), por quem acaba se apaixonando.
A série é perfeita, segue fielmente os livros (por exemplo: Outlander – A Viajante do Tempo é o primeiro livro da série de romance histórico da autora Diana Gabaldon). Os personagens principais possuem tanta interação e são tão bons juntos, que você acaba acreditando que "aquele amor" existe, tem uma fotografia linda e um trabalho bem acabado de produção e interpretação.
Não espere apenas por um romance. Você vai sim torcer muito por Claire e Jamie, mas o forte de Outlander, principalmente se você gostar de histórias medievais, são as guerras, as lutas, os piratas. Na temporada 1, acontece a cena considerada a mais forte, a meu ver, das quatro até agora: a cena envolve os personagens de Sam Heughan e Tobias Menzies. Isso não significa que não haverá outras cenas incríveis, Outlander é cheia delas. Não espere por spoilers.
Claire é a típica heroína que não tem como não se apaixonar. Ela é real, forte, divertida, sensual, apaixonante. Caitriona Balfe é espetacular, não à toa todos os anos concorre ao prêmio Globo de Ouro de melhor atriz por essa personagem.
Sam Heughan é o galã-mor, cheio de qualidades, mas também com muitos defeitos e preconceitos, afinal estamos em 1700. O ator emprestou a Jamie Fraser um sotaque carregado, muito elogiado pelos críticos e fãs. Outro ponto alto é que, além de talento, Sam é muito carismático.
Por fim, Tobias Menzies, o melhor da 1ª temporada. Ele é perfeito tanto como o antagonista quanto como o coadjuvante. Tobias é Randall e Frank, respectivamente.
Por Claire e Jamie, frise-se, você vai gostar deles em todas as temporadas. E torcer muito.
Os personagens centrais de Outlander oferecem performances surpreendentemente convincentes. Eles interagem maravilhosamente, e retratam as realidades brutais da época em que ocupam, enfrentam violência, tortura e abusos indescritíveis periodicamente.
Há muitas cenas de sexo também.
O elenco em si ajuda: não há em Outlander um ator que destoe dos protagonistas.
As três primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.