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quarta-feira, janeiro 19, 2011

A volta do Bem Amado

Lembro que quando a Globo completou 30 anos em 1995 reprisaram a série O Bem Amado. A série, não a novela! E tinha gostado. Ontem, estreou O Bem Amado, o filme virou uma microssérie. E também gostei. Marco Nanini é um grande ator, desses que o tempo só o qualifica. Foi bom ver as cajazeiras Andrea Beltrão, Zezé Polessa e Drica Moraes e Caio Blat e Maria Flor têm uma química perfeita. O Dirceu Borboleta de Mateus Nashtergaele de nada lembra o Dirceu de Emiliano Queiróz, ainda bem! Emiliano criou uma interpretação ímpar e qualquer um que o imitasse cairia no caricato. Mateus foi inteligentíssimo e deu sua marca ao personagem. Parabéns. Tonico Pereira também está excelente. Esperando por Zeca Diabo. José Wilker está no papel que já foi de Lima Duarte. Vendo O Bem Amado me trouxe uma saudade das novelas de Aguinaldo Silva nos anos 1980 e 1990. Tieta, Pedra sobre Pedra, Fera Ferida, A Indomada, Porto dos Milagres. Só novelões. Aguinaldo poderia voltar a fazer novelas assim. A rivalidade de Tieta e Pepétua, Joana Fomm faz falta! As mulheres de Jorge Tadeu. Ilka Tibiriça preparando um jantar para Ataliba Timbó. As maldades de Altiva e de Adma, verdadeiras bruxas da dramaturgia brasileira. Saudade de Tubiacanga, Resplendor, Greenville... E O Bem Amado está valendo a pena, mesmo o horário ingrato em que é apresentada. 

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