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quinta-feira, abril 21, 2011

Onde foi parar o Q de qualidade da Record?

Os Mutantes. Ops, não era desses que falávamos... (sic)
Ainda lembro com saudade do vilão Jackson (Heitor Martinez Mello) da maravilhosa Vidas Opostas. E a Record tinha tudo para enfrentar a Globo de igual para igual. Chamas da Vida, Amor & Intrigas, Prova de Amor e Luz do Sol foram outros bons trabalhos. E não dizer que a Globo tremeu na base é esquecer de uma verdade recente. Mas a mesma Record que ofereceu essas ricas histórias para um público que só tinha como tendência crescer, destrói todo um planejamento ao criar a saga dos Mutantes (há quem goste!). A audiência, aos poucos, foi se retirando. 
Sentiram o golpe e tinham com eles duas opções: a certa, que seria voltar a produzir novelas com jeito de novela brasileira. Com o Q de qualidade da Globo, mas não, alguém da alta cúpula quis o fácil. E o ditado já diz, o fácil vai fácil. Se associaram ao canal Televisa, responsável por grandes sucessos mexicanos exibidos pelo SBT, e apostaram em remakes. Primeiro chegou a nova versão de A feia mais bela (da Televisa e exibida no SBT anos antes), vinda da versão colombiana Betty, a feia, exibida na Redetv!, a brasileiríssima Bela, a feia (isso sem esquecer daquela que considero a melhor, a versão norte-americana UGLY BETTY). A mesma história quatro vezes numa mesma década. Argh! E agora a rebeldemania volta às telinhas em uma nova versão. Rebelde mexicana foi exibida há quatro anos pelo SBT. E a Rebelde brasileira tem ainda agora que enfrentar comparações com a já desgastada Malhação, da Globo. E o pior é que querem RBD nas telinhas por no mínimo três anos. Por favor, não!
Enquanto isso em Ribeirão do Tempo (ela tinha tudo para se firmar na audiência), temos na novela de Marcílio Moraes o exemplo do descaso da emissora. Como uma novela pode acontecer, sem perder o mote principal, durando um ano, quatro meses a mais do que é considerável normal? Não há autor que aguente, elenco que não se estresse, telespectador que fique preso a uma história tendo que sofrer por reviravoltas à exaustão, muitas delas desnecessárias para o contexto. Os executivos da Record tem que rever seus conceitos, senão o estrago poderá ainda ser maior. A nova Vidas em Jogo pode mudar toda essa história. Para melhor. Ou não!

Um comentário:

  1. Cara, concordo em genero, numero e grau com suas ultimas postagens. Bom fds

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