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quinta-feira, maio 19, 2011

Inacreditável!

A notícia é essa: Jair Bolsonaro diz que vai criar programa contra a "heterofobia": "Eu não vou deixar de defender a família, os bons costumes, a religião e as crianças. Se vou perder voto? Estou me lixando", disse. Leia.
É, ele não deve estar em seu juízo perfeito não!
Tem um comentarista da Globo que escreve bem pra caramba, mas nem sempre consegue expor o que pensa de verdade no vídeo, mas o que ele falou num desses Jornal da Globo foi sambar de verdade em cima desse político infame.
Sim, é para o Arnaldo Jabor meu sonoro parabéns. 
"O caso do Bolsonaro é exemplar. O Bolsonaro me fascina porque é um reacionário básico. Um facistinha puro, diferente de outros políticos que ocultam o direitismo patológico sob a capa da cordialidade e do cinismo. Bolsonaro não, ele é a essência do machão parado no tempo", detonou Jabor.

Para ele, o Bolsonaro deveria ser posto em formol, para as futuras gerações conhecê-lo no "Museu da Nossa Burrice Histórica".


Para ver o vídeo, clique aqui.

Ah! saio aqui em defesa dos direitos iguais, não me é dada a palmatória do mundo, mas julgamentos sobre a orientação sexual de qualquer indivíduo é partir para a baixaria, é no mínimo, ser escroto, é não ser nem um pouco humano


Bom saber:


Considerando que a homossexualidade não é uma doença ou desordem mental e psicológica, não pode ser "curada", justamente pela ausência de fator patológico, porém ainda existem pessoas que acreditam que a medicina pode "libertar" homossexuais de seus desejos. O que se evidencia, pelo contrário, são relatos de homossexuais que se diziam "curados", mas que acabavam "recaindo no vício" (termo utilizado pelos extremistas religiosos) homossexual. Não se trata de cura, mas de uma forma de abafar uma realidade inegável e incontestável: homossexualidade é orientação. Não é opção nem doença. Há relatos de grupos médicos que tentam modificar a orientação sexual das pessoas através de terapia, mas ao invés de ajudarem, correm o risco de causar sérios danos psíquicos nestes indivíduos, incutindo-lhes culpas e desajustes. O que este indivíduo necessita é de amparo, aconselhamento positivo, e não a negação de seu ser.

Na novela das nove da Globo, o ator Cássio Gabus Mendes dá vida a Kleber, um cara que tem aversão à gays (isso na teoria). Se os autores Gilberto Braga e Ricardo Linhares não mudarem a sinopse, o personagem vai sair do armário daqui um tempo. 

"Não, não sou gay".
A frase dita agora, por mim,  pode parecer preconceito, mas não é, o que quero enfatizar é que deve sim existir uma harmonia entre heteros e homos. Somos todos iguais!!!



3 comentários:

  1. Bacana, Seu Mr. E esse boçal-naro é um ridículo.

    E que dia nós dois vamos prosear no MSN, hein?
    Abs!

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  2. Procurando verba do governo? Ou é só mais um retardado que distorce o que ouve para incautos camarões?

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    Respostas
    1. isso foi em 2011, a gente muda de opinião, graças a Deus.

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