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segunda-feira, março 26, 2012

Troféu Bobagem

O que foi o Troféu Imprensa - melhores de 2011? Gabriel Braga Nunes concorreu a melhor ator com Caio Castro e Chay Suede. Avacalhação. Não tem outra explicação. Seria muito mais bonito para ele ganhar (porque ele ia ganhar mesmo!) de Bruno Gagliasso, Alexandre Nero, Humberto Martins, Marcelo Serrado ou Domingos Montagner (estes sim candidatos à altura). E outra: todos os artistas deveriam ser escolhidos por quem entende de verdade de TV, afinal, esquecer de Cássia Kiss e Marjorie Estiano (ou Ana Beatriz Nogueira e Beth Goulart) na categoria melhor atriz foi difícil de engolir. Das citadas só Glória Pires merecia estar lá. E na hora da votação vem a Sônia Abrão e faz um discurso daqueles, diz que de Fina Estampa não gostava nem da heroína nem da vilã, e no final das contas vota em Lília Cabral. Em 1998, Sônia espalhou em pleno Domingo Legal que a atriz Glória Pires havia se suicidado após ter descoberto um possível envolvimento entre a filha dela (Cléo) e Orlando Moraes, seu marido. A atriz a processou na época e junto com a família mudou-se para os EUA. Desde então, Sônia jamais gostou de Glória. Mas ontem era para estar lá a crítica de tevê, não a apresentadora de tele-barracos. Enfim! O festival de bobagens continuou. Cordel Encantado levou o prêmio de melhor novela (merecido) concorrendo com Fina Estampa e Rebelde (isso mesmo, você não leu errado). Insensato Coração, Vidas em Jogo (se era pra escolher alguma da Record) e A Vida da Gente foram desprestigiadas. Uma pena! Tivemos ainda Angélica, Eliana e Ana Hickmann (esta é horrível) disputando a categoria melhor apresentadora. Hebe, que saiu do SBT há mais de um ano foi deixada de fora. Xuxa e Regina Casé também. E sequer foram lembradas pelos tais críticos de TV. Dos apresentadores, os relacionados foram Celso Portiolli, Luciano Huck e Rodrigo Faro. Nada contra estes apresentadores, nem a favor, mas se o futuro da televisão brasileira depender desses aí, Deus me livre! Em 2011, quem merecia de verdade foi o Marcos Mion, da Record. Na categoria humorístico do ano, senti falta do Zorra Total na lista (não que eu goste do programa, mas não se falou em outra coisa em 2011 senão em Valéria & Janete, né?). Venceu o Pânico e o CQC, empatados. Batamos palmas para a apelação, para a baixaria, para o sensacionalismo. Não gente, por favor! E a briga do Celso Peccinini, do Nélson Rubéns e do Leão Lobo. Constrangedor. E quando você pensa que já viu tudo num mesmo programa, vem o Troféu Internet e premia Rebelde, Chay Suede e Mel Fronckowiak. De doer. Ou seja, seja no Prêmio da Internet ou do Troféu Imprensa só ganharam quem tem um fã-clube persistente (e fanático). Que papelão Silvio Santos!

4 comentários:

  1. Já não se faz T.I. como antigamente.
    Rebelde concorrendo foi de doer. Caio Castro melhor ator? Nem aqui nem na China. Faltou o Serrado que levou a novela nas costas.
    Esse troféu internet foi como vc disse, fã clube cai em peso. Poderia ser pelo menos os mesmos canditados.

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  2. P.S. Pq vc não faz um "Melhores do Ano" ?
    Demorou!!!

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