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sexta-feira, maio 25, 2012

Crítica: Amor Eterno Amor

Quando se noticiou que Elizabeth Jhin seria a responsável pela novela das seis, atualmente no ar, vibrei muito. Elizabeth escreveu Escrito nas Estrelas (2010) com Nathalia Dill e Humberto Martins nos papéis principais, e a trama foi emoção pura, do começo ao fim. E eu particularmente gosto do tema espiritismo, apesar de não seguir a religião. Veio Amor Eterno Amor. Ótima fotografia, linda abertura, atores afinados, direção ímpar, mas um enredo arrastado e complicado. É o tipo de novela que anda anda anda e não sai do lugar, eu poderia dizer que Amor Eterno Amor empacou, seria até mais bonito, mas como falar isso se a impressão que dá é que ela ainda nem começou. Quem só viu o primeiro capítulo, não é o meu caso, e num desses dias qualquer sintonizar na Globo neste horário vai sentir na pele o que eu estou falando: a história é a mesma, o que mudou foi que os personagens foram todos para o Rio de Janeiro, mais nada. Infelizmente.
Osmar Prado, Letícia Persilles, Carol Castro, Pedro Paulo Rangel, Rosi Campos, André Gonçalves, Vera Mancini, Klara Castanho, Daniela Fontan, Carolina Kasting, Marcelo Faria, Suely Franco e Cássia Kiss estão ótimos, mas quem brilha mesmo é a bonequinha da Andréia Horta, sua Valéria tomou conta da novela. Agora Gabriel Braga Nunes e Carmo Dalla Vecchia estão chatos, não sinto da parte deles aquela paixão em atuar e olha que Gabriel veio de um personagem brilhante (Léo de Insensato Coração), e por serem o protagonista e o antagonista comprometem toda a história, que tinha tudo para ser boa, mas não é.
Amor Eterno Amor peca em não desenvolver com mais entusiasmo o espiritismo, e por ser a segunda da trilogia que a Globo pediu sobre o tema, as comparações com Escrito nas Estrelas seriam inevitáveis. Ou seja, Elizabeth Jhin pagou o pato. À espera de um milagre (ainda há tempo, claro!), ou da nova novela das seis mesmo!

2 comentários:

  1. Concordo a novela é chata e arrastada, quem não gosta da religião deixou a novela pois a mesma não permite outra opção. Cansativa , mórbida, não leva a esperança de uma espiritualidade e sim o fatalismo. Uma pena para o ator Gabriel Braga Nunes que tanto admiro.

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  2. Não concordo com absolutamente nada do que foi escrito aqui, e pelo visto, apenas uma pessoa se manifestou em concordar. Foi uma das melhores novelas já exibidas pela globo, sem dúvidas!

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