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segunda-feira, junho 18, 2012

A Sambista da BR-116

                                 Sei que devo ser o único, mas se tem uma coisa que eu não gosto é de Carnaval. E vem As Brasileiras, um programa que eu curto bastante e lança mão de A Sambista da BR-116. E se ainda não bastasse tudo isso chamam a insossa da Sophie Charlotte para o papel principal. De arrepiar (no sentido ruim da coisa). Ou seja, tudo estava morno no antepenúltimo episódio da série. Mas como é de praxe aqui no Mr. segue o episódio completo. Com certeza alguém vai gostar: as mulheres, pelo menos, podem conferir o tal do Malvino (Salvador), outro que na arte da interpretação é um zero à esquerda. 

2 comentários:

  1. Ih, meu amigo, dessa vez vamos discordar em partes (igual Jack, o estripador):

    Eu tb não sou o maior folião da Terra, mas adoro uma bateria de carnaval. Minha mãe não me pariu na Sapucaí, mas eu bem quero desfilar algum dia. (eu nasci numa sexta-feira de carnaval, pode ser isso).

    Realmente, Sophie Charlotte é a versão feminina do Cauã raymond, expressividade nenhuma. Mas até achei que combinou (avalia, pobrinha + criada na beira da estrada com tia escrota = tipo físico rolou bem).

    Eu não dou conta mesmo é do Malvino, mas até ele fez um papel diferente uma vez na vida (não era o mesmo marrento misógino).

    Por fim, não sei se foi pela particular adoração que tenho por rainha e madrinhas e a caralhada da bateria, mas eu acabei gostando do episódio. Achei que a Sophie foi um pouco contida demais na cena final, mas como foi gravado no dia do desfile da escola, avalio o quanto era deve ter ficado tensa. Fora que a gente não tem como esperar dela nada muito brilhante mesmo.

    Só sei que gostei. Arrisco dizer que dos que vi esta temporada foi o que mais gostei (coladinho ali com a Culpada de BH, que foi perfeita).

    Ufa, falei pra caraglio. Abração, ótima semana meu caro!

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    Respostas
    1. Nossa! adorei o comentário, mesmo! mas do Carnaval não gosto mesmo, mesmo, mesmo! não suporto nada! e nem dos dois protagonistas. Mas de A Culpada de BH, concordo, foi perfeito. Abração guri! Apareça sempre!

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