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quinta-feira, dezembro 06, 2012

Os melhores do ano, versão 2012

Eles chegaram despretensiosos, queriam apenas mostrar trabalho, inovaram, se superaram, atraíram para si todos os comentários, os melhores comentários, ganharam status, ganharam todas as bençãos possíveis do público brasileiro. Aplausos, muitos aplausos! A seguir, os melhores do ano, versão 2012.

Quer rever a versão 2011, clique aqui. A de 2010 você poderá encontrar aqui e a de 2009, adivinhem? Aqui!

Melhor novela: Avenida Brasil estreou com a missão de segurar a audiência de Fina Estampa, não só conseguiu como explodiu no país. A história de Carminha e Nina foi a sensação do ano, no twitter, no Facebook, blogues, bares, filas de banco, não se falava em outra coisa.
O último capítulo de Avenida Brasil fez o PAÍS parar: só para se ter uma ideia, na tumultuada São Paulo não se viu carros circulando nas ruas na hora da novela. A trama minuciosa de João Emanuel Carneiro garantiu a ele o título de melhor autor da atualidade, tanto é verdade, que incomodou o ego do colega Aguinaldo Silva, aquele que se acha a última bolacha do pacote. Nunca na história houve uma novela como Avenida Brasil.

Menção honrosa: Cheias de Charme, Globo, 19 horas.

Melhor atriz: ela não foi o primeiro nome a ser pensado para viver a Carminha, de Avenida Brasil. Antes dela foram cogitadas Alessandra Negrini e Eliane Giardini. Nada contra essas duas atrizes, mas Avenida Brasil nada seria sem a monstruosidade com que Adriana Esteves (FOTO), a atriz do ano, a interpretou. Carminha era o cão chupando manga, mas quem não se divertiu com ela? Quem, por ora, não se comoveu com sua história? Adriana receber o título de melhor atriz do ano não é culpa da Rrrrita não senhor! é por puro merecimento dela mesma, muita saudade de seus gritos,  seus risos, sua cara de deboche e da cara de raiva.

Menção honrosa: Cláudia Abreu (Chayene de Cheias de Charme).

Melhor ator: herói de novela não é coisa fácil, e o Tufão de Avenida Brasil tinha tudo para se tornar um bundão, com o perdão da palavra, e não é que Murilo Benício deu aquele toque todo especial, enfim! todo mundo torceu pelo ex-craque do Divino Futebol Clube e do Flamengo. Murilo Benício, o melhor ator do ano. 

Melhor atriz coadjuvante: Jesus Maria José, a expressão ainda está bem fresquinha na memória dos brasileiros, Dona Dorotéia, interpretada lindamente por Laura Cardoso, a carola que pintava e bordava em defesa da moral e dos bons costumes foi um dos nomes mais fortes da novela Gabriela. No final descobriu-se que a beata já tinha sido quenga e atuava com o nome de guerra de Dodô Tanajura. Foi divertidíssimo.

Menções honrosas: Ísis Valverde (Suellen de Avenida Brasil) e Maitê Proença (Sinhazinha de Gabriela).

Melhor ator coadjuvante: Vá se arrumar, que eu quero lhe usar virou hit na internet, graças a interpretação perfeita de José Wilker, um ator que quando quer rouba todas as atenções pra ele, bravo! Coronel Jesuíno marcou história.

Menção honrosa: Juliano Cazarré (Adauto de Avenida Brasil).

Melhor série de tevê: nunca havia rido tanto com A Grande Família como neste ano. Tapas & Beijos é outro produto incrivelmente bom. Subúrbia me conquistou, a história da moça que sai da miséria e vai morar na cidade do Pão de Açúcar é linda, mas nenhuma delas supera Louco por Elas, uma série gostosa de se ver, divertida no ponto e suave e despretensiosa como uma sitcom deve ser. 

Humorístico: apesar de não ver com tanta frequência, e nem sentir falta desse tipo de humor, é inegável o sucesso do Pânico, agora na Band. As tiradas do Jornal do Bóris garantiram muitos risos no ano de 2012, uma pena são os quadros esdrúxulos que eles insistem em colocar no ar, essas sim, sem nenhuma graça e o pior, constrangedoras. Por isso, não merecem o prêmio. O melhor humorístico do ano fica com o Comédia MTV ao vivo. Não viu ainda? Acredite, está perdendo muita coisa. Aliás, depois que você assistir Marcelo Adnet e companhia, Pânico vira qualquer coisa, mesmo! 

Melhor programa infantil: não tem nada de bom para as crianças na TV, a não ser o velho Chaves, que pinta e borda no SBT. Atração mexicana que domina a vida dos brasileiros. Merecido!

Melhor programa de auditório: Amor & Sexo, a última temporada, aliás, foi tudo de bom. 

Melhor programa feminino: apesar das falhas inicias, o Encontro com Fátima Bernardes é uma boa pedida para as manhãs. Muito bom.

Atriz cômica: Glória Menezes, a dona da história de Louco por Elas, incrivelmente engraçada. 

Ator cômico: Rodrigo Santana é a alma do Zorra Total, a única coisa que presta naquele programa, aliás. 

Surpresa: o The Voice Br conquistou o Brasil. Eu não perco um programa. Viciou!

Menções honrosas: Thiago Leifert, Daniel, Cláudia Leite, Carlinhos Brown e Lulu Santos, todos ótimos.

Melhor apresentador de TV: Silvio Santos. Não é preciso comentar mais nada.

Melhor apresentadora de TV: Xuxa. Pela união de carisma, talento e presença de palco. Linda!

Menções honrosas: Angélica (Estrelas) e Fernanda Lima (Amor & Sexo).

Melhor telejornal: este ano o JN, a dobradinha William & Patrícia deu certo.

Melhor âncora de telejornal: vai para a Renata Ceribelli. Juro que eu não acreditava muito dela, agora, Fantástico sem a voz impactante dela não é mais o show da vida. Parabéns.

Melhor programa de esportes: vai para o Globo Esporte de São Paulo. Bom frisar que é o de São Paulo. Quem mora em outro estado, vai saber do que estou falando.

Reality Show: Eca! Que difícil. Mulheres Ricas. Pronto. Mulheres Ricas é reality show né?

Melhor enlatado: Dois homens e meio, do SBT.

Inesquecível: Hebe Camargo. Ainda dói né? A entrevista com o Jô junto com a Nair Bello ainda é a minha preferida. Saudades.




4 comentários:

  1. Cara, concordo com vc em gênero, número e grau. Muito boa as suas escolhas...

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  2. adorei as escolhas. todos merecidos!
    abração

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  3. Lindão! Você tem um olho de Lince. Não escolheria melhor, só acrescentaria a Nathália Dill(que não nego, sou fã) Como coadjuvante. E a Débora Falabella(que também fez bonito como a Rrriita.)
    No mais tá td certo.


    Até mais ler...

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