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sábado, fevereiro 07, 2015

O retorno de Pedra sobre Pedra e a saudade que ficou das boas novelas de Aguinaldo Silva

Por mais que Império tenha conseguido alavancar a audiência do horário nobre, ainda assim, não consegue se sobressair há outros clássicos do autor Aguinaldo Silva. Os mais velhos irão citar Roque Santeiro (1985), Vale Tudo (1988, em parceria com Gilberto Braga), Tieta (1989), Fera Ferida (1993), A Indomada (1997), Porto dos Milagres (2001) e Pedra sobre Pedra (1992), Pulei Pedra sobre Pedra no intuito de falar dela mesmo, afinal, é a mais nova aposta do canal Viva, da Globosat. Foi a primeira novela das nove que eu vi inteira, então se explica o carinho que tenho por ela. E adorava! Muito! Principalmente quando Pilar Batista e Murilo Pontes se enfrentavam, ou seja, desde criança já conseguia distinguir os bons atores e Renata Sorrah e Lima Duarte não faziam por menos, brilharam do começo ao fim.
Em 1992, Adriana Esteves era a gata do momento, todos babavam por ela, pela Marina, e torciam fielmente para o romance à la Romeu (and) Julieta com Leonardo (Maurício Mattar) desse muito certo. 
Rever Pedra sobre Pedra, assim como todas do canal, nos faz recordar  (ou conhecer) de um tempo que já passou e ainda comprovar que ele (o tempo) é implacável, com todos. Dói saber que os grandes atores estão indo embora e os mocinhos de outrem são os vovôs de hoje. A vida segue, sempre e o relógio, este, nunca para.
Tenho certeza que os fãs de A Viagem (1994) devem estar muito satisfeitos com a entrada de Pedra sobre Pedra no horário. Ouvi dizer que a próxima pode ser A Gata Comeu (1985). Mas que o canal não se esqueça de Fera Ferida, Tieta, A Indomada (um mix de todas essas) e etc. E eu sei que o autor é o responsável por Senhora do Destino (2005), com uma Renata Sorrah melhor ainda, mas não chega nem perto do que foi os folhetins nordestinos assinados por ele. Todas um must, como diria Maria Altiva (Eva Wilma).
E que esse post sirva de embasamento para quem cuida da programação da Rede Globo ora bolas (ora pois), que acertou em cheio com a reprise de O Rei do Gado (1996). 
Enquanto isso: a substituta de Tropicaliente (1994) é para ser Despedida de Solteiro (1992), ambas de Walther Negrão. Despedida é superior a Tropicaliente, mas não, mil vezes não!

Em tempo: Myriam Pires e Eloíza Mafalda, a primeira já não está entre nós e a segunda vive muito bem obrigada aos 90 anos de idade. Saudades.

Um comentário:

  1. Aguinaldo parou em Porto dos Milagres. Não consegui gostar nem de Senhora do Destino.

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