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domingo, agosto 30, 2015

Babilônia, último capítulo

Um dos poucos que ficou com Babilônia do início ao fim e na fila dos tantos que não gostaram das mudanças, enfim! o Mr. foi forte, por vezes pensou em desistir, mas disse 'sim', na alegria e na tristeza e no caso, como sofri. Sofri com cada história mal contada, com os choros nos bastidores e com a lambança que virou o enredo de Beatriz e Inês, e fim, acabou, the end.
O último capítulo tinha tudo para arrasar, afinal, no capítulo interior levei um susto junto com a Glória Pires: o Hérson Capri (Otávio) estava vivo. E ainda tinha a fuga de Diogo (Thiago Martins). Juro que pensei que ele iria morrer. Saí decepcionado. Sem explicar nada direito, tudo atropelado mesmo, ficamos sabendo que quem matou o Murilo (Bruno Gagliasso) foi o próprio Otávio, com a ajuda de Osvaldo (Werner Shunemann). Foram presos. E na mesma velocidade, o Diogo deixou de amar a Beatriz. Como assim? Ambos dariam conta do recado e iriam emocionar meio mundo caso tivessem investido no término dos dois. Caiu por terra. Mas o pior veio depois. Também sem explicação, do nada, Inês foi condenada por matar Cristovão (Val Perré). A Regina (Camila Pitanga), coitada, ficou a novela inteira exigindo justiça que, desta vez, foi falha. E a Beatriz que matou meio mundo, só foi condenada por matar Carlos Alberto (Pasquim). A briga do Tom e do Jerry continuou na cadeia. E teria sido um sucesso, não fosse pelo mesmo motivo dos outros: faltou tempo. Elas fugiram da cadeia e tiveram um final trágico, à lá Thelma & Louise, mas ao invés de uma perseguição, como no filme, acabou um tanto tosco. 
A melhor cena pertenceu a Arlete Salles, que sambou no Brasil inteiro. Consuelo virou governadora do Rio de Janeiro. E igual aos políticos reais, deu de ombros ao que o país realmente precisa. A Alice (Sophie Charlote) ficou com o Evandro (Cássio Gabus Mendes). Enfim, se decidiu: descobriu que o seu coração era mesmo do milionário. Nem vou comentar sobre o que eu achei da personagem para não passar por um machista inveterado, mas se ela tivesse sido uma prostituta, quem sabe, ela teria me conquistado.
Houve os beijos gays e acredito que esse tipo de situação já não assusta tanto assim. Agi normal. Ivan (Marcelo Mello Jr) e Sérgio (Cláudio Lins) têm (tiveram) uma boa química e as senhoras idosas idem. M. José (Laila Garin) ficou sozinha. Isso não gostei.
Deixei por último a minha maior indignação. Tudo bem a Beatriz ser odiada por meio mundo. Mas seria interessante a mãe dela e até mesmo o próprio Diogo terem sentido sua morte. Ficaria mais real. E a certinha da Alice é outra que nem ligou. Coitada da Inês. 
Gilberto Braga, João Ximenes Braga, Ricardo Linhares e Dênnis Carvalho: os quatro mandaram muito mal. A Babilônia do último capítulo nem parecia a mesma do  primeiro. Infelizmente.

Em tempo: os autores deram uma mensagem positiva de que na juventude mora a esperança: Laís (Luisa Arraes) e Rafael (Chay Suede), o casal mais fofo da novela, encerraram dizendo: "agora é com a gente". 

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