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sábado, agosto 22, 2015

Crítica ao programa É de Casa, da Rede Globo

O É de Casa, programa de variedades da rede Globo, bem ao estilo “Hoje em Dia” (Record), “Mais Você” (Globo) e ”Encontro com Fátima Bernardes” (Globo) estreou há três sábados, substituindo o “TV Globinho”, abolindo de uma vez por todas a programação infantil da emissora e por conta disso, ainda não emplacou em audiência.
Um breve comentário sobre os apresentadores:
Ana Furtado é uma chata. Alguém tem um palpite que me ajude a decifrar do porquê uma emissora como a Globo, 2ª maior no mundo, que já teve Xuxa, continue a insistir nela como apresentadora de TV?
André Marques é outro. Fala com as mãos. Reparem. E também força uma amizade com o telespectador. Muito queridinho, simpático, tudo em demasia. Não inspira confiança.
Cissa Guimarães é uma artista como poucas. Boa atriz e boa apresentadora.
Patrícia Poeta apresentou o “Fantástico” e depois o “Jornal Nacional”, num tempo recorde e na mesma velocidade trocou a notoriedade como jornalista para seguir os passos de Fátima Bernardes. Ainda não funcionou. Mas tem carisma e é inteligente. Pode sim dar certo.
Patrícia é mulher de um grande diretor da TV Globo, mas ao contrário de Ana, tem talento.
Thiago Leifert como apresentador do Globo Esporte de São Paulo era uma mistura de talento para a coisa com um humor refinado e uma espontaneidade única. Continuou quando foi remanejado ao THE VOICE BR. E no É de Casa não está sendo diferente, mas a impressão que ele nos passa é que ali era um lugar que ele não queria estar. Será por isso que ele chorou copiosamente em sua despedida do GE?
Por fim, Zeca Camargo, que era do “Fantástico”, estava bem no “Fantástico” e após rumores sobre sua sexualidade, como se isso ainda vigora e sinto dizer, ainda vigora, foi convidado a ceder seu espaço no dominical e passou a apresentar o “Vídeo Show”, com uma temática que envolvia fofocas, que às más línguas insistiam em dizer ser um programa de mulherzinha. É assim mesmo, gay ou não, Zeca sofreu preconceito justo pela emissora que foi boicotada ao tratar o mesmo assunto na novela das nove. Enfim, não deu certo. Zeca, ainda, foi duramente criticado ao escrever uma nota sobre a morte do cantor Cristiano Araújo. Ele criticou o fato de um cantor que, antes de uma morte trágica, poucos conheciam e que depois se tornou o Rei da música sertaneja. Claro  que um rapaz de apenas 28 anos, com uma carreira inteira pela frente, ter a vida interrompida da maneira como tudo aconteceu causa certa comoção, mas o jornalista/apresentador não estava errado. Foi apenas mal interpretado.
Sobre o Zeca, desde que ele assumiu o entretenimento passei a não gostar de sua postura como apresentador. Sofre do mesmo mal que o André.
Uma curiosidade: tirando a Patrícia e o Thiago, todos passaram pelo “Vídeo Show”. Isso não significa nada, foi só para não passar em branco.
Sobre o programa: não é bom, mas também não é ruim. Gosto muito das pautas com cunho jornalístico, gosto muito de culinária (é uma dica), e os melhores programas de culinária estão no Gnt, beijos para a Carolina Ferraz e para a Rita Lobo, e se não é para fazer como elas melhor não fazer (recado para a Angélica) e não gosto dos assuntos frívolos. Tipo o da estreia, com as festinhas de adolescentes em casa. Bobagem pura.
Conclusão: o programa pode sim virar o jogo a seu favor.
Mas tinha que ter tanta gente apresentando?
Thiago, Patrícia e Cissa estavam de bom tamanho.

Aproveitando essa gente toda e por ser ao vivo, que tal um Saia Justa com saias e calças, tudo misturado?

Um comentário:

  1. Rede Globo o programa é de casa na minha opinião é um fracasso. Como programa de variedades peca no acesso de informações o que gera confusão nos telespectadores. O programa não segue uma linha que prenda atenção. Além disso, há exagero de apresentadores. Tudo em excesso. Defino o programa como um samba do crioulo doido.

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