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domingo, agosto 16, 2015

Crítica: Tomara que Caia

Desde o fim do Sai de Baixo, no início dos anos 2000, a Rede Globo nunca mais encontrou um programa que o substituísse à altura:  e os números dos humorísticos são infinitos. Tomara que Caia estreou há menos de um mês e desde seu primeiro episódio preocupa a direção da emissora. Com exceção da estreia (13 pontos, ainda assim bem baixo) nenhum dos seguintes ultrapassaram a marca dos dez.
A atração visa o improviso (e a ideia é fantástica), mas tem texto (o primeiro falava sobre assalto, o terceiro sobre sequestro, temas muito parecidos). Mas os improvisos são relativamente ruins. Porque o elenco é fraco. A única que tem alguma graça é a Dani Valente. E o texto também deixa a desejar. São histórias parcas, com pouco nexo. 
Eri Johnson não é engraçado, Marcelo Serrado está fora do compasso, Fabiana Karla às vezes se sai bem, Priscila Fantin está péssima, Ricardo Tozzi ainda pior, Heloísa Perissé tem um humor desgastado e Nando Cunha nem se fala. 
A impressão que ficou é que fizeram tudo às pressas e quando se deram conta que o programa virou qualquer coisa jogaram no ar. Não se preocuparam em investir em qualidade, nos detalhes. E humor com improviso não é qualquer um que faz (e se fazia necessário de humoristas, apenas isso).
Tomara que caia foi vendido como uma mistura de game show com humorístico popular. E não é um nem o outro. E o meme "Tomara que saia logo do ar"não é só merecido, precisa chegar as vias de fato.

Em tempo: Será que um programa de entrevistas não cairia bem?

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