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quarta-feira, setembro 02, 2015

A Regra do Jogo, 2 primeiros capítulos

2008 foi o ano que João Emanuel Carneiro me conquistou: considero "A favorita" uma das melhores novelas de todos os tempos, e bem melhor que "Avenida Brasil", também de autoria dele e que, porventura, gostei muito, mas claro, tudo isso é questão de gosto. Há dois dias estreou "A Regra do Jogo", a terceira novela dele no horário. Por ora gostei. Mas ainda não me apeguei.
De cara, Cássia Kis, ela tirou o Magro? É isso mesmo? Nos créditos da abertura isso se confirma. Mas com Magro ou sem, com Kiss ou só Kis, não importa, a atriz só melhora conforme o tempo passa. É uma das melhores atrizes brasileiras. E até agora dizia que a Irene Ravache era a minha predileta como melhor atriz do ano. Ganhou uma concorrente à altura. A cena de Cássia, ontem, com o Alexandre Nero, foi a melhor do ano, já! Na crítica a Babilônia, no post passado, reclamei que os autores não escreveram bons diálogos para o último capítulo, daí vem J. Emanuel e faz isso: foi sensacional!
Alexandre Nero é outro. Mesmo o Comendador ainda estar fresco nas nossas memórias, ele é sempre bem-vindo. Romero vai dar o que falar, anotem! Vanessa Giácomo convence sempre. Boa atriz que é, mesmo na pele da heroína da trama, e normalmente, personagens assim não caem nas graças do público, vide as últimas, Camila Pitanga e Leandra Leal, fez da Tóia uma personagem real, pé no chão, mas sem ser chata. Muito bom.
E o Cauã. Já tinha separado muitas pedras para ele. Ou tomates! Joguei as pedras fora, os tomates, que não estavam podres, comi e que graça ele está no ar. Senti sua dor. Senti a sua raiva. E que continue assim.
Susana Vieira está exagerada, bem como Juliano Cazarré, a princípio não gostei. Mas isso é só o começo.
Bárbara Paz tem nas mãos uma boa personagem, mas por enquanto, achei confusa a história. Nada a ver com a atuação dela, ok?
Os personagens coadjuvantes ainda acho cedo esboçar qualquer comentário, mas claro, terão oito meses para aparecer por aqui.
Ah, antes de falar da Giovanna Antonelli, falarei da direção. Amora Mautner é ótima, mas às vezes, menos é mais. Tenho a impressão que a novela está um pouco carregada, ou de repente, foi um estranhamento inicial. Não sei, mas algo está me incomodando. Mais uma coisa: não gostei da abertura. Chata de doer, tal & qual era a da Beatriz e da Inês. Deviam ter um cuidado todo especial nisso, afinal, tenho pra mim que a abertura é o chamariz de toda a trama, o público está carente disso. 
E agora sim, Giovanna como Atena. Há quem diga que a atriz exagerou nos trejeitos, na risada, etc. etc. etc. eu gostei muito. Atena tem tudo para se tornar a mais nova coqueluche da TV, sei que falei disso sobre a Beatriz (Glória Pires), mas quem ousava dizer que os autores iriam perder a mão?
Enfim, boas novas à Regra do Jogo
A audiência dos dois primeiros capítulos foram inferiores aos dois primeiros de Babilônia, mas estou certo que as coisas vão mudar. Pra melhor. Foram 31 e 29, respectivamente contra 33 e 31 da antecessora.

Em tempo: Com medo da RECORD, isso mesmo, você não leu errado! Com medo do fenômeno "Os Dez Mandamentos", "A Regra do Jogo" começou 21:47 na terça-feira. Tudo se inverteu. Globo, menos né! Respeito é bom e tudo mundo gosta.

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