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segunda-feira, novembro 02, 2015

Livros

No dia 1º de janeiro de 2015 prometi a leitura de um livro de Maitê Proença (Todo Vícios). Estamos em novembro e até agora nada. Tenho dois meses. Muita calma nessa hora. Quis começar novembro desta forma: sem briga de Chimbinha com Joelma (argh!), de Sílvio Santos com Xuxa, choro de Gisele e etc. Sobre a nova fase de Além do tempo, os últimos capítulos de I Love e a virada de A regra do jogo, aguardem. Livros, os li, muitos e quero compartilhar com vocês. Posso?

Ambrose Young é lindo — alto e musculoso, com cabelos que chegam aos ombros e olhos penetrantes. O tipo de beleza que poderia figurar na capa de um romance, e Fern Taylor saberia, pois devora esse tipo de livro desde os treze anos. Mas, por ele ser tão bonito, Fern nunca imaginou que poderia ter Ambrose... até tudo na vida dele mudar. A resenha de "Beleza Perdida" é essa. De Amy Harmon, um outro livro da autora ainda não foi traduzido para o português, e acreditem, ela é muito boa. Por ora, ri, me diverti (mesmo), torci, chorei. Chorei bastante. 

"Um caso perdido", por Colleen Hoover. Sabe aquela frase que dizem que às vezes é preciso se perder para se encontrar? Pois bem, esse é o caso de Sky. Sky foi proibida pela própria mãe de usar telefones, internet, assistir TV, ir à escola. Foi assim até os dezessete anos. A jovem convenceu sua mãe e foi permitido os estudos. E a "vida real" não tinha lá tantas flores. Até Holder aparecer em sua vida. Um garoto intenso e que sempre faz ter a sensação de que tudo pode mudar de uma hora para outra. A princípio, ela não sabe o quanto isso é verdade, mas quanto mais ela o conhece, mais ela percebe que ele não só é um caso perdido, como também, um caso no qual ela quer se perder. Ele transmite tanta intensidade, que se perder na aventura que seria descobrir os segredos dele não parece uma escolha, mas sim a única saída. E é justamente o que Sky faz. Ela mergulha de cabeça em uma relação com Holder por mais que não entenda como ele consegue tirar dela tão mais do que ela foi capaz de dar para qualquer outro garoto que já tentou entrar em sua vida. Sensível, gostoso, surpreendente. 

"O diário de Anne Frank" (por Otto H. Frank, seu pai e Mirjan Pressler). Ela tinha apenas treze anos e viu sua existência sofrer uma transformação radical. O diário é real, foi escrito por ela durante a Segunda Guerra Mundial e além de embarcar nos sonhos e nas travessuras da apaixonante e endiabrada Anne, é uma leitura que nos faz refletir de como o ser humano pode ser mau. Com Anne me aprofundei na história do nazismo, de Hitler e senti raiva de todos os que mataram mais de seis milhões de judeus. Assisti "A lista de Schindler", produção de Steven Spielberg e o próprio "O Diário de Anne Frank", de 1959, e ambos me emocionaram. A guerra na Síria e todos os inocentes mortos, a Europa fechando as portas. 2015 nunca esteve tão próximo dos anos 40. 
"Um lugar para o amor", por Sherryl Woods. Em um dia de frio, o carro de Maggie resolveu não funcionar bem em frente ao bar Ryan’s Place, de Ryan Devaney e é neste momento que ela precisa entrar e pedir ajuda. Lá dentro, no calor das cervejas e da boa comida irlandesa, está o padre Francis, que resgatou Ryan de uma vida de crimes e mais confusão. Depois de uma boa dose de conversas e devaneios, o padre Francis convence Ryan de levar Maggie até sua casa em segurança. Vocês podem imaginar o que vem depois? Acredite, você vai curtir a história de amor dos dois.


Abbi Glines, autora de "Paixão sem limites", "Tentação sem limites", "Amor sem limites", "Estranha perfeição" e "Simples perfeição". Conta a história de Blaire, Rush, Grant, Woods, Nan, Jimmy, Betty, Jace, Della e Harlow. Eu li os cinco. Fascinantes. E tem continuação, vem aí a série "Chance". Para quem curte algo mais jovial, com uma pitada mais picante, os livros de Abbi são tudo isso e um pouco mais. Gostosos de ler e excitantes. Dá aquela impressão de que estamos vendo um seriado. 

"Uma curva no tempo", por Dani Atkins. Duas histórias diferentes podem levar ao mesmo final feliz? Às vésperas de saírem da cidade para a faculdade, Rachel Wiltshire e seus amigos sofreram um terrível acidente. Durante o jantar de despedida do grupo, um carro desgovernado atravessou a vidraça do restaurante onde estavam. Rachel escapou por pouco... Na verdade, ela deve sua vida a Jimmy, seu melhor amigo, que se sacrificou para salvá-la. Cinco anos mais tarde, todos do grupo estão prestes a se reencontrar para o casamento de Sarah. Bem, quase todos. É com muita dificuldade que Rachel se convence a prestigiar a amiga, pois sabe que, para isso, terá de enfrentar os fantasmas do passado. Principalmente a culpa pela morte de Jimmy. Com a vida destroçada, o rosto desfigurado por uma grande cicatriz e sofrendo de constantes dores de cabeça em decorrência do acidente, Rachel se obriga a encarar os fatos e vai ao cemitério visitar pela primeira vez o túmulo do amigo. Ao chegar lá, sua dor se intensifica a tal ponto que ela acaba desmaiando. Quando acorda no hospital, Rachel fica surpresa: seu pai parece estar curado do câncer que o devastava, Jimmy está vivo e Matt – seu ex-namorado – alega ser seu noivo. Sem entender o que lhe aconteceu, Rachel tenta convencer a todos de que nada daquilo pode ser real, mas os médicos apenas a diagnosticam com amnésia. Desesperada por respostas, ­Rachel precisa primeiro decidir se vale a pena tentar voltar para a vida que conhecia e que, no fim das contas, era muito pior do que a que ela tem agora... Indicado para quem gosta dos livros de Jojo Moyes. Dani Atkins reservou um final previsível, mas que não poderia ter sido diferente.

"Violetas na Janela", por Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho (ditado pelo Espírito Patrícia). É um livro com uma temática mais religiosa. Pode ser considerado um livro de autoajuda. Lendo "Violetas" me senti mais humano, querendo ajudar mais e brigar menos. 




E, por fim, Jojo Moyes. A autora é incrível. Li dois livros dela: "Como eu era antes de você" e "A garota que você deixou para trás". Ambos em menos de uma semana. Já pesquisei sobre a autora e vou me apossar dos outros títulos dela, logo, logo!

E "Todo Vícios", sim, eu quero ler. No entanto, espero que entendam, caso não fechá-lo até o último dia de dezembro. É que as opções vieram aos montes e a minha leitura parece ter encontrado o momento certo para cada situação que vivenciei durante o ano. A sua hora vai chegar, tem que chegar.

Boa leitura para os que resolveram me dar um crédito. Valeu... 


3 comentários:

  1. Semana passada comecei a ler "Violetas na Janela" e estou gostando muito, apesar de acha-lo um tanto didático.

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    1. e o que você achou de ir lá pra cima trabalhar? ha ha ha... fiz spoiler, desculpe.

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  2. Olha, sorte sua que eu já tinha essa informação, pois odeio spoiler mais que jiló... rs.
    Mas é interessante trabalhar e estudar também no plano espiritual, achei digno.

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