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quarta-feira, dezembro 23, 2015

Troféu Mr. TV: edição 2015

2015 foi o ano dos cinquenta anos da maior rede de televisão do Brasil (2ª do mundo), mas nem por isso a Globo tem muito para comemorar. Entretanto, muito dos melhores do ano surgiram da emissora do Plim-Plim.


Novela do ano: entre as favoritas estão Sete Vidas (Lícia Manzo), Além do Tempo (Elizabeth Jhin), Os Dez Mandamentos (Vivian de Oliveira) e Verdades Secretas (Walcyr Carrasco).

Sete Vidas era doce, mas ao mesmo tempo cheia de conflitos. Gente como a gente todos os personagens não eram mocinhos e tampouco vilões. Agradaram em cheio. Além do Tempo foi a minha escolhida até os 45 minutos do segundo tempo. Continua linda, mas podia ter usufruído mais sobre o espiritismo. Os Dez Mandamentos mudou a história da TV Record. Conquistou a liderança em diversos dias, mas abusou das cenas arrastadas. Enfim, o troféu Mr. TV para melhor novela de 2015 vai para Verdades Secretas, fulminante e adorável do primeiro ao último capítulo. Merecido!


Atriz: a categoria é sempre a mais difícil. No páreo: Drica Moraes (Carolina), Marieta Severo (Fanny), Glória Pires (Beatriz), Irene Ravache (Vitória), Ana Beatriz Nogueira (Emília), Giovanna Antonelli (Atena), Alinne Moraes (Lívia), Débora Bloch (Lígia), Maria Casadevall (Margot) e Adriana Garambone (Yunet).

Glória Pires começou com tudo. Beatriz comandava a novela das nove Babilônia no primeiro mês. Por conta da baixa audiência, o autor Gilberto Braga mudou toda a sua história. Glória, portanto, não saiu do lugar. Uma pena, pois a personagem prometia ficar para a história das vilãs da teledramaturgia. Marieta Severo fez todo mundo esquecer da dona Nenê. Esteve soberba. Ana Beatriz Nogueira é um primor, sempre. Alinne Moraes conquistou o público, que geralmente implica com as mocinhas, não com Lívia, todos, aliás, torcem por ela. Giovanna Antonelli começou mal como Atena. Hoje, a personagem figura como a melhor coisa de A Regra do Jogo. Débora Bloch foi sutil, menos foi mais e a personagem transmitia dor, raiva, alegria e esperança. Se via nos olhos dela tudo o que a amargurava. Espetacular. Maria Casadevall esteve muito bem na pele de Margot. Adriana Garambone foi a atriz mais completa do sucesso Os Dez Mandamentos. Ao prêmio de melhor atriz ficou a dúvida: Drica Moraes ou Irene Ravache? Adorei odiar a Vitória na primeira fase de Além do Tempo. E na segunda, aprendi a amar. Linda. Drica assumiu o papel que era para ter sido de Déborah Secco. Não vejo uma Carolina tão perfeita. Levanta a mão quem não sentiu pena da personagem. Drica a segurou firme, um passo em falso e ela seria odiada por ser tão burra. Sensacional. O troféu Mr. TV de melhor atriz de 2015 é de Irene Ravache, por todos os motivos mencionados.


Ator: entre os que brilharam no ano estão Rodrigo Lombardi (Alex), Marcos Palmeira (Aderbal), Alexandre Nero (Romero), Tony Ramos (Zé Maria), Caio Castro (Grego), Fábio Assunção (Artur), Rafael Cardoso (Felipe) e Domingos Montagner (Miguel).

Rodrigo Lombardi bombou como Alex, como a bunda do Alex, como o macho-alfa e o ator foi bem. Alexandre Nero, apesar de ter ganhado o prêmio dos melhores do Faustão, deixou sua marca, mas o Comendador ainda está vivo na memória de todos e Romero é coadjuvante perante a isso. Tony Ramos é o algoz de A Regra do Jogo. Como era de se esperar, está arrasando. Domingos Montagner é um ator nato. Ótimo como Miguel. Marcos Palmeira e Fábio Assunção partiram para a comédia. O primeiro foi de longe o grande acerto da frustrada Babilônia e o segundo faz bonito em Totalmente Demais, atual das sete. Rafael Cardoso é o verdadeiro galã do ano. Sem fru-fru. Entretanto, ninguém brilhou como Caio Castro. Nunca gostei do ator. Nunca diga nunca! Caio Castro, o melhor ator de 2015, disparado! 


Segue a lista: 



Atriz coadjuvante: Grazi Massafera (Larissa). Não teve para ninguém no ano de 2015. A melhor personagem do ano foi dela. 



Ator coadjuvante: Tonico Pereira (Ascânio).



Melhor série de TV: Felizes para sempre? (Euclydes Marinho).



Atriz de série: Paolla Oliveira (Denise).



Ator de série: Enrique Diaz (Cláudio).



Humorístico: Escolinha do Prof. Raimundo (nova geração).



Programa infantil: Chaves (enlatado do SBT).



Programa de auditório: Altas Horas (Serginho Groisman).



Apresentador: Serginho Groisman (Altas Horas).



Apresentadora: Xuxa (Xuxa Meneghel).



Programa feminino: Mais Você (Ana Maria Braga).



Revelação do ano: Camila Queiroz (Angel).



Surpresa: O fenômeno Os Dez Mandamentos (TV Record). A trama venceu o JN e a novela A Regra do Jogo, carros-chefes da Globo, por dias consecutivos. Ficou para história.



Telejornal: mesmo derrotado pela Record, o JN ficou diferente: mais informativo, dinâmico e os apresentadores parecem interagir com o público de casa. Nada que a Sandra Annemberg não fazia antes, mas até a previsão do tempo ganhou destaque com a entrada de Maria Júlia Coutinho, a Maju.



Âncoras: Sandra Annemberg e Evaristo Costa, eles têm química.



Reality: Masterchef (Ana Paula Padrão).



Melhor programa da TV Paga: Vai que Cola (Multishow).

Programa de entrevistas: Mariana Godoy entrevista (Rede TV).

Só que sim: para a nova Xuxa. Espontânea, verdadeira e linguaruda. Demais.

Menção honrosa: Monica Iozzi (atriz/comediante/repórter/apresentadora): pelo conjunto da obra.


Um comentário:

  1. Essa foto de Verdades Secretas é demais, a novela era sexy, mas não vulgar kkk

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