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sexta-feira, março 18, 2016

A língua afiada de Boni

Boni foi o grande nome da Rede Globo dos anos 60, 70, 80 e 90.
O ex todo-poderoso da Globo Boni anda fazendo inúmeras declarações sobre a Globo atual, muitas delas ele tem acertado em cheio.
É de casa é mesmo um programa ruim. Nem vou tecer comentários. Acredito não precisar.
Caldeirão do Huck é a mesma coisa sempre, muda uns quadros aqui, outro a co lá, mas nada significativo. Isso vale aos outros programas de auditório.
A Globo não deveria ter deixado a Xuxa escapar (ou ter investido mais) e a Xuxa deveria ter baixado um pouco a guarda. 
Xuxa não vem se saindo bem na emissora concorrente e também não vinha agradando a cúpula global, mas dava a mesma audiência que o Estrelas, programa que ocupou seu horário, aliás, o último mês de Xuxa obteve médias superiores a 10 pontos, ante os 9 de Angélica no mês de fevereiro deste ano.
Angélica também perdeu para o Pica-Pau.
Sorte da Angélica não fazer o mesmo barulho que Xuxa. 
Poucos sabem (sabiam) disso!
Os programas do filho dele, em geral, são ruins. 
Mas duas coisas ele errou.
O JN como está é muito melhor (e não me importaria se a Maju chamasse o Bonner de tio), assim como o Jornal da Globo com William Waack está perfeito. William se tornou o meu âncora de telejornal favorito desde que assumiu o jornal todo para si. Sobre o JH, Sandra Annemberg e Evaristo Costa há tempos adotaram este modelo. Foram precursores. Eu me sinto parte dos jornais da emissora. Como nunca antes. 
Outra declaração que discordo é sobre o Tá no ar: A TV na TV. Boni afirma que 90% dos telespectadores boiam com o humorístico. Não confirmo!
É um humor mais rápido, com esquetes precisas, é ousado e crítico.
Eu duvido que a turma da internet não o aprove.
Um humorístico não precisa ser somente como A Praça É Nossa, que também agrada.

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