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segunda-feira, abril 18, 2016

Marco Ricca como Mão de Luva sai na frente nos primeiros capítulos de Liberdade, liberdade (novela das onze é muito boa)

Marco Ricca como Mão de Luva é o grande nome da fantástica nova novela das onze da Globo (que eu gostaria muito que fosse das dez, pois ninguém merece ter que esperar o término das fracas Mister Brow/Brau e Chapa Quente, as séries substitutas de Tapas e Beijos e A Grande Família). No capítulo de estreia, ele apareceu bem pouco e foi o bastante para mostrar a que veio. No segundo capítulo, mais show. Se Marco Ricca me conquistou na pele de um dos vilões, saibam que não foi apenas ele.
Zezé Polessa é um show à parte. Zezé está num papel que nos remete à sua atuação em Memorial de Maria Moura, 1994, o meu predileto. Tomara que siga o mesmo caminho. A diferença é que em Liberdade, liberdade ela não é tão má.
Lília Cabral dispensa comentários. Lembro de Lília como Amorzinho de Tieta. Muito engraçada. Depois deu show em Pedra sobre Pedra, Pátria Minha (como Simone roubou a cena), História de Amor, Anjo Mau, Meu Bem Querer, Laços de Família, Chocolate com Pimenta, A Favorita, Páginas da Vida (Marta!) até chegar a primeira protagonista de sua carreira em Fina Estampa. Todos querem Lília. Por que será!
Andréa Horta foi limada de A Regra do Jogo. Sorte dela. Maria Joaquina é uma grande heroína, bem defendida por Mel Maia na primeira fase. Que linda essa menina, aliás, as duas são demais.
A participação de Thiago Lacerda como Tiradentes foi mais do que especial.
Dalton Vigh está arrebentando, bem como Mateus Solano. Ótimos!
Caio Blat está incrível. O ator é sempre perfeito em cena, mas superou todas as expectativas. A história do personagem promete muito. 
Maitê Proença eu sempre gostei. Desde a Helena de Felicidade. Sempre suave no jeito de interpretar, mostra força descomunal quando a personagem pede. Dionísia pede isso e Maitê não deixa a peteca cair. Parabéns!
Destaque também para Letícia Sabatella e, principalmente, para Lu Grimaldi, a Maria Louca. Lu esteve soberba em todas as suas cenas. Mesmo sentindo muita raiva da personagem, é impossível não ficar boquiaberto com tamanho talento. 
Os outros dois protagonistas, Natália Dill e Bruno Ferrari também estão fazendo bonito.
O elenco em si está muito bem. Produção caprichada, muitos nus, do tipo que o diabo gosta. O público desse horário delira.
Sobre os autores, a trama é um original de Márcia Prates, que por problemas com o texto, foi substituída por Mário Teixeira. Enfim, os dois merecem os elogios. A direção de Vinícius Coimbra é outro ponto positivo.
A primeira semana foi espetacular. A reclamação é o horário. Ingrato demais.

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