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sábado, março 25, 2017

Crítica: Novo Mundo, primeiros capítulos

Não tem como não comparar Novo Mundo (2017) com O Quinto dos Infernos (minissérie da Globo de 2002) e Piratas do Caribe (filme de Hollywood com Johnny Depp no papel principal). Os marujos de Novo Mundo parecem ter vindo do filme. As cenas de ação são outro ponto forte. Nota dez, cem, mil. De O Quinto dos Infernos, a mesma história da Família Real, o mesmo bom humor. O filme também tem um tom de comédia.
Novo Mundo, claro, não tem nada de sexo, mas tem muito de amor.
A história de amor de Ana e Joaquim (Isabelle e Chay) é diferente da primeira fase de A Lei do Amor (Chay, principalmente, está muito diferente como foi com o Pedro). E isso é muito bom. Isabelle e Chay têm a química perfeita.
A vilã cômica de Ingrid Guimarães está bem afiada. Gostei.
Gabriel Braga Nunes está repetitivo.
Léo Jaime e Débora Olivieri lembram as interpretações de Betty Lago e André Mattos. Estão ótimos.
Rodrigo Simas é outro que vem fazendo bons trabalhos na TV.
Entretanto, foi Letícia Colin quem roubou a cena nos primeiros capítulos de Novo Mundo. e parafraseando Patrícia Kogut, do O Globo, que boa escalação! Linda!
Caio Castro, o D. Pedro I, mulherengo tal e qual Marcos Pasquim, bonito quanto. Como Caio está evoluindo como ator. 
Esperando por Vivianne Pasmanter, como a feia Germana.
A novela das 18h de Thereza Falcão e Alessandro Marson, é dirigida por Vinícius Coimbra. Todos estão de parabéns.
O ponto fraco de Novo Mundo é 99% dos personagens falar português (sotaque brasileiro), mas como ser diferente? O Clone não seria O Clone se Jade e cia. não falassem português, por exemplo.
A audiência do primeiro capítulo foi de 22 pontos. Caiu para 18 no segundo capítulo, e claro, Novo Mundo, pelo que apresentou nos primeiros três capítulos, merece audiência melhor que Sol Nascente, cuja trama foi salva por um único personagem, D. Sinhá, interpretada pela vózinha cuti-cuti Laura Cardoso.

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