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sábado, setembro 08, 2018

Junno substitui Leandro que substituiu o Marone (Dancing Brasil da Xuxa chega a 4ª edição)


No final de setembro, Xuxa volta a apresentar mais um Dancing Brasil (é o melhor programa da Record disparado, mas está cansando, visto que a Globo já tem o Dança dos Famosos há anos). Enfim, enquanto as TVs não dão mais espaço para programas de entretenimento tipo auditório ou quando dão colocam atrizes e atores no comando (Só Toca Top com o Luan e a Fernandinha Souza é muito a cara do Planeta Xuxa e funcionaria melhor com Angélica, mas enfim! Angélica perdeu um programa até para a Juliana Paes, ou seja, profissão apresentador de TV pode ser qualquer um, veja a m... (folia) que é o Vídeo Show). Todavia, o assunto não é esse, é os coapresentadores da Xuxa no programa da Record.
Já tivemos Sérgio Marone, nas duas primeiras edições (ele ia bem). Tivemos Leandro Lima (na terceira edição, ele era bom) e agora na quarta Xuxa vem com o marido (o Junno). Quem você prefere?
Junno tem a missão de ser melhor que o Leandro, que foi melhor que o Marone, e todos os dois tinham química com Xuxa. Junno tem química com Xuxa (que fofo).
Que venha o Dancing 4, que Junno faça uma boa parceria na TV com Xuxa (que não briguem e também não fiquem se lambendo, por favor!). Com um elenco mirrado, de poucos grandes famosos, Junno será a principal atração do Dancing (sem contar a loira, lógico). 
A Xuxa continuará sendo a Xuxa, até porque ela ama fazer esse programa. A alegria é visível (quem nunca viu, veja!). Dancing Brasil 4ª edição: há quem duvidava que passaria da primeira.
Love Story: Xunno & Juxa (será que vai shippar). Fora da TV já shippou! 
Quem quer Xuxa de volta num programa de auditório (mas um programa bom) levanta a mão? Não é só eu, né? Ou é?






Walcyr Carrasco volta ao ar em 2019 (na novela das nove)


Manuela Dias é uma autora nova: fez Justiça e Ligações Perigosas em 2016. Tamanho o sucesso das duas séries, Silvio de Abreu a escalou para o horário nobre: seria em maio de 2019. Não é mais: a justificativa é que a autora quer contar com Taís Araújo, Adriana Esteves e Regina Casé nos papéis principais. Adriana está no ar em 2º Sol e Taís vai virar apresentadora e está escalada para uma minissérie, assim ambas descansam e voltam em 2020. 
Por conta disso, quem ocupa a vaga é Walcyr Carrasco (Verdades Secretas 2 não vai sair pelo jeito e isso é bom, essa coisa de continuação eu não aprovo, porque se a coisa der errada, estraga a primeira, que deu supercerto). Walcyr é dono de inúmeros sucessos. A última, aliás, apesar das fortes críticas (do pessoal especializado) foi um estrondoso sucesso (38,3 pontos de média final). A atual e substituta de O Outro Lado do Paraíso tem 32,3 pontos até o cap. 100.
Walcyr vem aí, logo depois de Aguinaldo e o seu 7º Guardião.
O que esperar? O autor é popular. Vem aí mais uma novela popular, e claro, uma chuva de críticas. Quem se importa? Walcyr poderia apenas cuidar com os núcleos cômicos. Tipo ligar o time. De resto, que venha Walcyr!
Será que teremos Glória Pires na novela? Como vilã? Em papel cômico? Que venha Glória Pires*!

* Glória adorava fazer a Beth/Duda. Isso conta a favor!

sábado, setembro 01, 2018

O Tempo Não Para, primeira crítica


Após Deus não Salvar o Rei, apesar de ter fechado com 25,5 pontos de audiência, e essa média não ser mais ruim para os padrões atuais, a novela em si era fraca. Valeu, é claro, pela intenção da Globo de arriscar. O Tempo Não Para, a atual das sete, apesar de ter uma história manjada, também é um risco. A ideia de descongelar uma trupe que viveu no século XIX (1886) daria um bom filme, uma boa série, uma boa minissérie e pouco mais de um mês depois, não resta dúvidas, funciona também como uma boa novela. O autor Mário Teixeira tem nas mãos uma belíssima história, devendo ser enaltecido o texto, que é muito bom, e as críticas que são abordadas sutilmente, sem didatismo. Os aplausos se estendem à direção, ao figurino, ao cenário, às maquiagens, à fotografia. 
Com relação ao elenco, temos muita gente boa (e pouca gente ruim). 
  1. Edson Celulari no melhor papel desde o Vadinho (da D. Flor, o grande personagem de Celulari ao lado do pastor Mariel, de outra minissérie, Decadência). Muito melhor que o Felipe de Guerra dos Sexos (do remake), um de seus grandes personagens. Muito melhor também de Jean Pierre e Raimundo Flamel.
  2. Christiane Torloni enfim se desvencilhou de Teresa Cristina (sua pior personagem). Estava com raiva já da atriz. Todas as personagens que vieram depois de Teresa C. tinham um quê de Teresa C. Christiane em seu melhor momento, ficando apenas atrás de Vivi e Fernanda e, claro, da Dinah.
  3. Nicholas Prattes a Globo quer transformar no novo Cauã Reymond. Tem futuro, apesar de sua atuação merecer maior cuidado pela direção. Visto que Cauã era péssimo e hoje é bom ator, Prattes, com um pouco mais de esforço, chega lá. A protagonista Juliana Paiva é linda (como mulher e atriz).
  4. Rosi Campos é uma das melhores atrizes do Brasil. Não importa o personagem, ela sempre rouba à cena, de uma forma ou de outra.
  5. Kiko Mascarenhas, que lembro desde a segunda versão de Irmãos Coragem, é outro que só cresce a cada trabalho.
  6. Olívia Araújo como Cesária é uma das melhores personagens da trama, senão a melhor!
  7. Cleo (Pires) destoa do restante do elenco (como pode isso, sendo filha de quem é?). Nunca achei a Cleo uma grande atriz, mas sempre deu conta do recado. Na atual, está muito Cleo e pouco atriz. Muito Cleo me refiro ao jeito que ela tomou para si nas redes sociais (algo sou mais eu nessa parada). Nada contra o jeito Cleo de ser (eu até gosto), mas Betina lembra muito essa Cleo. Na novela, parece forçada. Mais sutileza, por favor, esse é o caminho. Cleo na vida real gosta de causar. Isso também soa forçado, mas é o tal jeito dela (que é relevante), mas na novela é difícil de engolir.
A abertura, aliás, é muito bonita. 

Que esse pique do primeiro mês continue até final de janeiro, data do término da novela.

Audiência: 28 pontos no primeiro mês.

Nota: 9,0 ⭐⭐⭐⭐

Vale a pena ver de novo três vezes por dia e mais cedo (e com a abertura e o logo de antigamente)

Foi-se o tempo que o Vale a pena ver de novo da Globo dava mais de 20 pontos de audiência. A atual Belíssima, em casos raros, chega a 15 (casos raros, frise-se). Qual é o problema? As novelas? O horário? As sessões de filmes? O Vídeo ex-Show? A programação em si está rasa, e isso vem desde o horário matutino. A Fátima dá menos que a Ana Maria no ibope porque o Encontro é chato (sério que a Fátima seria nossa Oprah?). A TV de hoje em dia deve buscar no jornalismo a audiência.

Programação da Globo de segunda a sexta:

4h o Hora Um. 6h30 o Bom dia, São Paulo (Rio de Janeiro, Santa Catarina etc.). 7h30 o Bom dia, Brasil. 9h o Mais Você, com o Bem-estar junto (como um quadro). 10h30 o Vale a pena ver de novo 1 com Sonho Meu (ou Cara & Coroa, ou O Cravo e A Rosa, ou Chocolate com Pimenta, ou O Beijo do Vampiro, ou Estrela-Guia, ou Andando nas Nuvens). 11h30 o Vale a pena ver de novo 2 com A Viagem (ou Mulheres de Areia, ou A Gata Comeu, ou Quatro por Quatro, ou Alma Gêmea etc.). 12h30 o Vale a pena ver de novo 3 com Páginas da Vida (ou outras do Manoel Carlos, do Aguinaldo Silva, do Benedito Ruy Barbosa etc.). 13h30 o Globo Esporte. 14h o Jornal Hoje. 15h uma espécie de Estúdio i (com Fátima Bernardes). 16h o Boa tarde, São Paulo (Rio de Janeiro, Santa Catarina etc.). 17h novela das cinco (infantojuvenil, no lugar de Malhação [já que Malhação não fala de academias há quase vinte anos], mas com 1 hora de duração). 18h novela das seis. 19h SPTV (RJTV, SCTV etc.). 19h30 a novela das sete. 20h30 Jornal Nacional. 21h30 novela das nove. 

Outro fato de o Vale a pena ver de novo não dar muita audiência pode ser os intermináveis intervalos comerciais (devia ter apenas três e não cinco ou seis, dependendo da duração da sessão).

Com o sucesso das novelas do Viva (atualmente com A Indomada, Baila Comigo e Vale Tudo) só comprova que o público quer novelas antigas. Belíssima é muito recente, apesar de ser 2005, mas como o tempo anda voando, lembramos de praticamente tudo. Vale a pena ver de novo após "Namaria" pegaria o maior público das novelas (as mulheres), que poderiam ver, rever ou escutar enquanto fazem o almoço e/ou almoçam.


O logo Vale a pena ver de novo era muito mais bonito antes, a Globo deveria pensar em refazê-lo, seria nostálgico, como devem ser as novelas reprisadas. A música da abertura era muito mais convidativa antes.